Economia

Governo culpa rejeição do PEC pelos cortes do rating de Portugal

Governo culpa rejeição do PEC pelos cortes do rating de Portugal

O ministério das Finanças defendeu esta terça-feira que o novo corte do 'rating' de Portugal não causou surpresa, considerando-o uma "consequência da crise política resultante da rejeição do Programa de Estabilidade e crescimento [PEC]".

Em declarações por escrito à Lusa, o ministério de Teixeira dos Santos considerou que o corte aplicado à avaliação de Portugal pela Standard & Poor's (S&P) "é também consequência da crise política resultante da rejeição do PEC e dos riscos acrescidos para o país no quadro geral das dificuldades da zona do euro".

Para o ministério das Finanças, "a rejeição do PEC foi a rasteira que lançou por terra o país e o incapacita de reagir de forma apropriada", acrescentando que "estes 'downgrades' não são surpresa".

Mais, sustenta, que "Portugal, com o apoio obtido por parte da Comissão, do Banco Central Europeu e do Conselho Europeu em relação ao PEC, estava em melhores condições de enfrentar as dificuldades".

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