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Indústria têxtil com falta de mão de obra

Indústria têxtil com falta de mão de obra

A Indústria Têxtil e do Vestuário (ITV) nacional criou, no ano passado, 2976 novos postos de trabalho, para um total de 126 mil. Quem está no setor garante que tal não acontecia desde, pelo menos, o final da década de 80 do século passado - altura em que a ITV assegurava 30% das nossas exportações e mais de 300 mil postos de trabalho

E só não foram gerados mais empregos, dizem, por falta de mão de obra qualificada. Os sindicatos, por sua vez, falam em salários baixos. Durante vários anos criou-se a ideia de que o setor era tradicional e estava a acabar. Hoje, estamos a pagar a fatura disso", frisa ao JN o presidente do Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE).

António Amorim revela que um dos problemas do setor é "a falta de quadros médios e indiferenciados" e que, nesse sentido, a escola tecnológica do centro a que preside "tem estado a dar muita formação a empresas que pedem cursos dirigidos e quase todos os que saem conseguem emprego".

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