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Resgate financeiro

Bancos reabrem em Chipre sem grande afluência nem tensões

Bancos reabrem em Chipre sem grande afluência nem tensões

Os bancos, sob altas medidas de segurança, reabriram esta quinta-feira em Chipre às 12.00 horas locais (10.00 horas em Portugal continental), depois de terem estado fechados 12 dias, sem grandes afluências de pessoas nem tensão.

Cerca de meia-hora antes da abertura, dezenas de pessoas faziam fila nas entradas dos bancos em Chipre, onde foram colocados seguranças, alguns armados, para controlar o número de pessoas no interior das agências.

Foram distribuídas folhas informativas aos clientes, enquanto esperavam para entrar, com as medidas de controlo de capitais.

As medidas adotadas, que vão vigorar pelo menos durante uma semana, incluem um limite diário de levantamento de 300 euros por depositante particular e de 5000 para as empresas para facilitar o pagamento de salários.

As restrições de movimentos de capitais, inéditas na zona euro, foram impostas para evitar uma fuga de capitais da ilha, salva da falência por um plano internacional.

Depois dos encerramento dos bancos ter paralizado a atividade económica no país, a Associação dos bancos de Chipre apelou ao público para terem "paciência e compreensão" com os empregados bancários quando fossem atendidos.

Chipre concluiu na segunda-feira com a troika (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) um acordo para uma ajuda de 10 mil milhões de euros como contrapartida de uma reestruturação drástica do sitema bancário.

Esta reestruturação prevê a liquidação do Laiki Bank e a absorção das atividades deste pelo Banco de Chipre.

Estes dois bancos, os maiores da ilha de cerca de 850 mil habitantes, empregam um total de 5600 pessoas.