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FMI adverte para "novos riscos" que estão a surgir

FMI adverte para "novos riscos" que estão a surgir

O comité financeiro do Fundo Monetário Internacional apelou a uma atuação "decisiva" para consolidar uma recuperação que permanece "desigual" e advertiu que estão a surgir "novos riscos".

"Devemos atuar de forma decisiva para promover uma recuperação sustentável e restaurar a resistência da economia global", afirma o comité financeiro, principal órgão consultivo do FMI.

O documento refere que está a ocorrer uma recuperação "desigual" e que a criação de emprego e crescimento são demasiado "débeis".

Assim, as economias emergentes apresentam crescimentos acima dos 5%, seguidas pelos Estados Unidos, que registam uma débil reativação económica, e por fim pela zona euro, com uma recessão prevista para 2013 de 0,3%.

Numa referência à economia europeia o comité financeiro considerou "crucial" reduzir a "fragmentação financeira" e pediu "maiores progressos tangíveis" e decisivos, como uma "efetiva união bancária e uma mais forte união fiscal".

O organismo defendeu ainda as políticas monetaristas expansivas das economias avançadas, que "são necessárias para impulsionar o crescimento", mas assinalou que devem ser acompanhadas por "planos de consolidação fiscal credíveis a médio prazo".

Uma opção, sublinha o texto, que pode ajudar a conter os "potenciais impactos" destas prolongadas políticas expansionistas.

Os países emergentes, que registam elevadas taxas de crescimento, devem aproveitar a ocasião para "reconstruir as suas reservas e proteger-se das vulnerabilidades financeiras".

Entre os riscos que enfrentam, o Comité financeiro do FMI cita os provenientes "dos grandes e voláteis fluxos de capital" com destino a esses países, com o objetivo de garantirem maiores ingressões.