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Economia

Marcelo acusa Governo de começar pelo lado "mais fácil" nos cortes da Administração Pública

Marcelo acusa Governo de começar pelo lado "mais fácil" nos cortes da Administração Pública

O analista político Marcelo Rebelo de Sousa considerou esta quarta-feira que o Governo está a começar a reforma da Administração Pública "pelo fim" e pelo lado "mais fácil".

"Isto é começar pelo fim, pelo mais fácil. O que está a faltar são as reformas estruturais, que é dizer que instituições, observatórios, institutos e serviços estão a mais e, só depois, ir ver quem é que está a mais", disse o comentador, referindo à não renovação de milhares de contratos na função pública, prevista para 2013.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava aos jornalistas à margem da cerimónia de abertura do novo ano de atividades no Instituto Cultural D. António Ferreira Gomes, do Porto, disse também que o Governo opta pelo "mal menor", se atenuar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e mantiver a penalização da função pública.

"O Governo ponderou duas coisas, o efeito explosivo do IMI e, do outro lado, o efeito, que já se tornou crónico, da função pública a pagar as favas. Deve ter pensado que, apesar de tudo, há mais proprietários e famílias de proprietários do que propriamente funcionários. E os funcionários já estão habituados a sofrer. Portanto, entre dois males, deixa cair aquele que é o mal menor", afirmou.