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Motoristas

Ministro aconselha portugueses a abastecerem viaturas antes da greve

Ministro aconselha portugueses a abastecerem viaturas antes da greve

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, defendeu que os portugueses devem começar a "abastecer" as suas viaturas para "se precaverem" no caso de haver greve dos motoristas a partir de 12 de agosto.

"Temos todos de nos preparar. O Governo está a fazer o seu trabalho [para evitar a greve], mas todos podíamos começar a precaver-nos, em vez de esperarmos pelo dia 12, que não sabemos se vai acontecer [a paralisação].

Era avisado podermo-nos abastecer para enfrentar com maior segurança o que vier a acontecer", disse Pedro Nuno Santos aos jornalistas em Matosinhos, à margem da apresentação de um investimento na ferrovia.

Dois sindicatos de motoristas entregaram um pré-aviso de greve com início em 12 de agosto que propõe serviços mínimos de 25% em todo o território nacional, enquanto na greve de abril, que levou a uma corrida aos postos de abastecimento de combustível eram de 40% apenas em Lisboa e Porto.

Eleições não deviam ser estímulos para greves, diz ministro

O ministro afirmou que "as eleições não deviam ser estímulos para que se façam greves", como sugere o advogado do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas em relação ao pré-aviso de paralisação para dia 12.

"Obviamente que nos preocupa que os atos eleitorais, momentos fundamentais na vida democrática de um país, sejam tidos em consideração quando se decide fazer uma contestação ou uma greve. Não deviam", disse Pedro Nuno Santos, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita às oficinas da CP/EMEF em Guifões, em Matosinhos, distrito do Porto.

O governante comentava o vídeo, divulgado na terça-feira pela SIC, no qual o advogado do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas diz que é preciso aproveitar ser ano de eleições para dar força ao protesto.

De acordo com o ministro, "as eleições [as legislativas estão marcadas para outubro] são momentos altos da vida democrática" e "não deveriam ser estímulos para que se façam greves".

"Estamos todos a trabalhar para nos preparar para qualquer eventualidade e, antes disso, para que não haja sequer greve", frisou.