Economia

Passos Coelho facilita despedimentos e cortes

Passos Coelho facilita despedimentos e cortes

Não à subida do salário mínimo, reclamou o FMI. Despedimentos ilícitos mais baratos no privado e nova ronda de rescisões na Função Pública, respondeu o Governo. Fundo ataca regime público de pensões.

"É compreensível que exista um debate sobre o salário mínimo, uma vez que está congelado há vários anos, mas o debate tem de ser equilibrado. Existem muitos trabalhadores, especialmente os de qualificações baixas, que estão a ter dificuldades em encontrar trabalho", disse, na segunda-feira, Subir Lall, chefe de missão do Fundo Monetário Internacional, em conferência de Imprensa telefónica a partir de Washington. O chefe de missão do FMI deixou bem claro que, por essa razão, "não podemos falar de salários antes de falar de criação de emprego".

Do lado do Governo, Paulo Portas, o vice-primeiro-ministro, acha que agora que o período do resgate terminou, também a "cláusula" que impedia aumentos desaparece.

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