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Lay-off da Efacec fica mais pesado após nacionalização

Lay-off da Efacec fica mais pesado após nacionalização

Cortes vão atingir mais pessoas a partir de segunda-feira devido a falhas de matérias-primas. Problemas com bancos sufocam gestão.

Os funcionários acolheram com agrado a entrada do Estado na Efacec. No entanto, a dura realidade económica criada pela pandemia impõe-se: devido à falta de matérias-primas para fabricar transformadores e outro material semelhante, o setor da produção vai reforçar o lay-off já a partir de segunda-feira. Vários trabalhadores confirmaram igualmente que as dificuldades de gestão são evidentes quando há a necessidade de obter garantias bancárias para lidar com clientes e fornecedores.

Os cortes vão alargar-se a mais gente, numa empresa onde 70% dos cerca de 2500 trabalhadores já estão parados ou com redução de horário. Miguel Moreira, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente (Site) do Norte, confirma esse agravamento do lay-off, que ocorrerá apenas quatro dias após a nacionalização.

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