Economia

Louçã defende que tolerância de ponto é "um direito" não é "um baile"

Louçã defende que tolerância de ponto é "um direito" não é "um baile"

O coordenador do BE, Francisco Louçã, defendeu este sábado que a tolerância de ponto no Carnaval é "um direito das pessoas, não é um baile", e que é precisa uma economia em que as pessoas que trabalham tenham direitos.

"A existência de uma tolerância de ponto, de um dia em que não se trabalha no Carnaval, é um direito das pessoas, não é um baile, é um direito das pessoas fazerem o que querem, é um dia em que não são obrigadas a trabalhar de graça pela força do Governo", afirmou Louçã.

O líder bloquista falava aos jornalistas, em conferência de Imprensa, em Lisboa, antes do final da reunião da mesa nacional do Bloco, o órgão máximo entre convenções.

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"O feriado de 5 de Outubro ou outros feriados comemoram datas, mas são também dias consagrados de descanso dos trabalhadores, que trabalham todo o ano e que puxam pela economia deste país e que sabem o que é trabalhar duro", sublinhou.

Sobre a decisão do Governo em não dar tolerância de ponto aos funcionários públicos na terça-feira de Carnaval, Francisco Louçã defendeu que é necessária "uma economia onde as pessoas que trabalham têm direitos".

"O Governo não está preocupado em melhorar a economia do país. O Governo está a piorar todos os dias a economia do país", argumentou.

Para o Bloco, "o problema da economia do país chama-se "troika", chama-se Governo, chama-se PSD e CDS, chama-se destruição económica, chama-se obrigar as pessoas a viverem pior, multiplicar a miséria".

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