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Ministro da Economia diz que relatório do FMI não será o contributo decisivo

Ministro da Economia diz que relatório do FMI não será o contributo decisivo

O ministro da Economia classificou o relatório do FMI, divulgado esta quarta-feira, como "um" dos "contributos entre muitos" que o Governo irá ter em conta e considerou mesmo que este "não será o contributo decisivo".

"Este é um contributo entre muitos que iremos receber. Esperamos receber contributos da sociedade civil e de outros partidos políticos", disse Álvaro Santos Pereira, em Braga, à margem de uma reunião sobre Estratégia de Fomento Industrial.

O "Jornal de Negócios" cita, na edição desta quarta-feira, um documento do Fundo Monetário Internacional no qual este defende o aumento das taxas moderadoras, a dispensa de 50 mil professores e um corte em todas as pensões.

"Eu considero que o relatório do FMI é um contributo para o debate. Não acho que seja o contributo decisivo", declarou o ministro da Economia.

Santos Pereira disse ainda que o Governo aguarda também o contributo de "sindicatos, parceiros sociais e partidos políticos".

Segundo o FMI as medidas que propõe no referido documento "poderão aumentar a eficiência do Estado, reduzindo a sua dimensão de forma a suportar a saída da crise".

O FMI propõe, também, um corte de quatro mil milhões de euros a partir de 2014, e sustenta que os polícias, militares, professores, médicos e juízes têm "demasiadas regalias".

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