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Negócio das casas de praia vai de mal a pior

Negócio das casas de praia vai de mal a pior

As casas de verão, que durante décadas alimentaram as praias portuguesas, são cada vez menos procuradas. Os proprietários baixaram os preços, mas os poucos turistas arrendam cada vez menos dias.

"O turismo depende do rendimento disponível, que sobra das necessidades básicas, como a alimentação, saúde e educação, e os portugueses têm cada vez menos euros nos bolsos. Não têm dinheiro para férias, e as casas de praia sentem esse efeito, da mesma forma que os hotéis e os restaurantes". Carlos Costa, coordenador da área de Turismo da Universidade de Aveiro (UA), explica o que se está a passar com o negócio das casas de praia que, conforme o JN constatou em sete praias do Norte e Centro, caiu a pique neste Verão.

Julho, o segundo mês mais importante, foi para muitos dos proprietários o pior de sempre. Resta-lhe o rei do verão, agosto, mas as primeiras indicações não prometem muito em praias onde a tradição das casas de verão era um posto, como Vila Praia de Âncora, Costa Nova, Figueira ou Nazaré. Mesmo mantendo ou baixando os preços dos últimos anos, os proprietários não fazem negócio. Arrendar uma quinzena ou um mês é a "sorte grande". Hoje é tudo uma questão de dias.

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