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Nem a pandemia parou subida de emprego no setor de bicicletas

Nem a pandemia parou subida de emprego no setor de bicicletas

Portugal foi o maior produtor da Europa em 2019 e quer manter liderança. Continua a contratar para o aumento de encomendas.

As empresas do setor das bicicletas estão em contraciclo com o resto da economia e criaram, depois da pandemia, "cerca de 500 empregos diretos", disse Gil Nadais, secretário-geral da ABIMOTA, associação que representa o setor em Portugal. O crescimento deverá manter-se em 2021, com várias empresas, como a Triangle's e a InCycles a continuarem a contratar.

No ano passado, só os associados da Abimota (representam 80% do total no país) empregavam 1900 pessoas de forma direta e eram responsáveis por 5900 empregos indiretos. Este ano, o setor continuou a crescer e, "depois da pandemia, registou um forte incremento", que é acompanhado de mais emprego, explicou o responsável da Abimota. Além das empresas procurarem mão de obra para responder a novas encomendas, mantêm-se vários investimentos anteriores à covid-19. Exemplo disso, apontou, é uma "fábrica de quadros em carbono, em Vouzela", que irá começar a laborar nos próximos dias.

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