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Pagamentos em atraso caem para 857,8 milhões até maio

Pagamentos em atraso caem para 857,8 milhões até maio

Os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 857,8 milhões de euros no final de maio, uma diminuição de 112,3 milhões face ao período homólogo.

Na comparação com o mês anterior, os pagamentos em atraso (dívidas por pagar há mais de 90 dias) aumentaram 35,5 milhões de euros, indica a Síntese de Execução Orçamental divulgada esta sexta-feira pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

Para a evolução homóloga, contribuíram sobretudo os Hospitais EPE e a administração local, que registaram, respetivamente, uma redução de 78,3 milhões de euros (para 626,5 milhões) e de 37 milhões de euros (para 76,8 milhões de euros), respetivamente.

Face ao mês anterior, o crescimento deveu-se, essencialmente, ao acréscimo observado nos Hospitais EPE, com um aumento em dívida de 39,4 milhões de euros.

Segundo a síntese da DGO, os hospitais EPE continuam a revelar o maior valor em dívida, seguindo-se a administração regional (103,8 milhões de euros), a administração local (76,8 milhões), a administração central, excluindo o subsetor saúde (24,6 milhões), as empresas públicas reclassificadas (18 milhões) e o subsetor da saúde (7,6 milhões de euros).

O passivo não financeiro (que inclui os pagamentos em atraso) situou-se em maio em 2.120,5 milhões de euros, uma diminuição de 24,5 milhões de euros face ao período homólogo.

Esta evolução ficou a dever-se à administração regional, que diminuiu o passivo não financeiro em 122,4 milhões de euros, tendo sido parcialmente compensada pelo aumento na administração central, onde houve uma subida de 58,4 milhões de euros, e na administração local (subida de 39,5 milhões de euros).

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