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Páscoa em casa não vende férias e o verão depende só de portugueses

Páscoa em casa não vende férias e o verão depende só de portugueses

Residentes têm vontade de viajar e vouchers de 2020 por usar, mas a incerteza não anima as reservas no turismo cá dentro nem lá fora.

O atual estado de confinamento, os valores ainda elevados de internamentos e o atraso na vacinação não estão a motivar as reservas dos portugueses para a Páscoa. Agências de viagens, operadores turísticos e hoteleiros sabem que "a procura existe", há vouchers de viagens de 2020 por resgatar e, mal haja condições, a retoma virá. Mas este ano só deverá ser "um bocadinho melhor do que 2020", a correr bem, porque tornará a haver só turistas nacionais. Os estrangeiros só são esperados em 2021.

"Em relação à Páscoa, não há procura", anuncia Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). "Estamos confinados e as reservas tendem a seguir o sentido inverso dos números da covid-19: quando estes sobem, as reservas descem", resumiu. Quanto ao verão, a incerteza ainda domina.

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