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Lidl apresenta edição renovada do programa "Mais Ajuda"

Lidl apresenta edição renovada do programa "Mais Ajuda"
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Brand Story

Projeto de inovação social de 2020/2021 é direcionado para novas soluções de apoios aos idosos e para a criação de emprego. Campanha de recolha de fundos nas lojas arrancou esta segunda-feira, dia 26, e termina a 31 de dezembro.

O Lidl tem vindo a marcar a diferença na procura de soluções para tornar a vida da população portuguesa melhor e no ano em que a pandemia de covid-19 mudou de forma drástica o dia a dia de todos, a empresa alemã volta a dar o exemplo na procura de uma sociedade mais equilibrada e justa promovendo a segunda edição do programa "Mais Ajuda".

A apresentação oficial decorreu na passada segunda-feira, numa emissão "livestream" no Facebook da empresa alemã e da Rádio Renascença, que juntamente com a RFM e Mega-Hits, se voltam a unir ao Lidl, em parceria com a Beta-i, para desafiarem IPSS e startups a desenvolverem projetos inovadores com impacto e capazes de encontrarem novas soluções para os problemas sociais.

A edição de 2020/21 vem acompanhada de várias novidades: nos beneficiários a que se destina, na duração da campanha nas lojas, no valor doado pelo Lidl por cada talão de compras e no número de projetos vencedores. Este ano, face ao panorama atual, os projetos das IPSS e equiparadas terão de ter como beneficiária do "Mais Ajuda" a franja mais fragilizada da população: os idosos.

Às startups candidatas são pedidos projetos com capacidade para gerarem emprego, igualmente importante nos dias que correm, face ao aumento do número de portugueses que perderam o trabalho, numa consequência direta da crise económica provocada pela pandemia.

A primeira etapa do programa "Mais Ajuda" - a campanha de recolha de verbas nas lojas Lidl - começou um mês antes do habitual para dar mais espaço aos consumidores para darem o seu contributo. Por isso, desde a passada segunda-feira, dia 26, e até 31 de dezembro, por cada talão de compras que inclua produtos da gama "Deluxe", o Lidl contribuirá com 20 cêntimo para este programa (duplica o valor do ano passado). O montante acumulado será depois entregue a 10 projetos de inovação social (cinco IPSS e cinco startups), mais quatro do que em 2019.

Em janeiro de 2021 será divulgado o valor recolhido e será aberto do processo de candidaturas. Os projetos vencedores serão anunciados em fevereiro.

"Passamos para projetos muito mais estruturados"

Isabel Figueiredo, adjunta do presidente do Conselho de Gerência do Grupo Renascença Multimédia, apontou o que diferencia o programa "Mais Ajuda". "O Grupo Renascença é sólido no campo da solidariedade, fazemos campanhas há muitos, muitos anos e o que traz de novo é que passamos de campanhas de solidariedade, que foi o fizemos durante mais de 25 anos, a projetos de solidariedade muito mais estruturados e organizados e com um outro tipo de impacto. É esta a grande novidade que encontramos nesta parceria com o Lidl e neste conhecimento de trabalho com a Beta-i", enalteceu.

E prosseguiu: "Quero também salientar a grande diversidade em termos do país em relação às instituições. Poder ajudar uma instituição como a Acreditar, que começou em Lisboa, e depois temos outra da Covilhã e de outros pontos completamente diferentes. Esta dimensão nacional extensa é também uma mais-valia que nos ajuda e que devemos reforçar. Há outro aspeto importante: no universo das startups fiquei muito impressionada com quantidade de gente nova decidida a criar, a trabalhar, a inventar e a procurar encontrar soluções para ajudar o próximo".

"Pandemia coloca mais ênfase na população idosa"

"Quero mostrar a minha satisfação passado um ano, pois é sinal de que conseguimos levar inovação aos projetos que se candidataram no ano passado e agora abrimos a oportunidade a novos projetos. No ano passado recebemos mais de 700 candidaturas e foram escolhidas seis projetos que acreditámos são diferenciadores e nos quais a tecnologia está a ter um papel no seu desenvolvimento", assinalou Diogo Teixeira, CEO e co-fundador da Beta-i sobre a primeira edição.

Este ano, o responsável pela empresa que fomenta o empreendedorismo e inovação acredita "que terão projetos e candidaturas fantásticas". "Portugal é um país cada vez mais envelhecido e a pandemia que enfrentamos coloca ainda mais ênfase na necessidade de trazermos solução para esta população e se olharmos para muitas das tecnologias que estão a surgir há soluções criadas para isso. Soluções que possam ter a ver com questões de mobilidade, com questão de assistência ou para questão mais difíceis. As plataformas criadas pelos mais jovens podem ser também aplicadas aos mais velhos, principalmente, neste contexto em que vivemos, a aprendizagem ou a saúde remotas vão ser importantes", apontou.

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