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Pirotécnicas em calamidade económica deixam 12 mil empregos em risco

Pirotécnicas em calamidade económica deixam 12 mil empregos em risco

As cerca de 80 empresas de pirotecnia do país reclamam "estado de calamidade económica" para o setor, com "zero contratos".

Com as festas e romarias populares suspensas - só a Figueira da Foz vai ter um espetáculo pirotécnico no S. João - e a incerteza face à passagem de ano, há 12 mil postos de trabalho em risco.

Reunidas na sexta-feira, as três associações do setor querem sensibilizar o Governo para a necessidade de "medidas de apoio específicas" para uma industria que, devido à pandemia, vai estar "parada um ano inteiro".

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