Economia

Portas diz que TAP privada fica "mais livre" de direções sindicais

Portas diz que TAP privada fica "mais livre" de direções sindicais

A privatização da TAP foi comentada esta sexta-feira com otimismo por Paulo Portas, que elogiou a solução encontrada pelo Governo para o futuro da transportadora.

À margem de um encontro com empresários em Guimarães, o vice primeiro-ministro frisou que "uma gestão privada da TAP torna a companhia, que é estrategicamente importante para Portugal, mais livre e menos dependente de direções sindicais que convocam greves inaceitáveis".

Numa clara alusão à recente greve dos pilotos e que custou 35 milhões de euros à TAP, Portas salientou que os sindicatos "fazem essas greves, que dão cabo de uma companhia, porque acham que alguém pagará a fatura". Ou seja, "que o Estado irá pôr lá o dinheiro". Por isso, considera que numa gestão privada "as pessoas têm que pensar duas vezes" antes de convocar uma greve, o que vai ser melhor para os clientes, companhia e pilotos.

"Coerência ao PS"

As críticas do PS aos resultados do processo de privatização, também não ficaram sem resposta. Paulo Portas, recomendou "coerência ao maior partido da Oposição" pois o PS "defendia a privatização quando era Governo e até colocou isso no memorando com a troika". Portas acusa os socialistas de estarem a dar "sinais errados aos investidores" ao garantirem que interrompem o processo de privatização da TAP, pois tais medidas "geram desconfiança e incerteza".

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