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Precários ainda são um quinto dos empregados nove anos após a "troika"

Precários ainda são um quinto dos empregados nove anos após a "troika"

Em nove anos, desde a chegada da "troika", o país ganhou 402 mil empregos, 393,3 mil dos quais desde o início da governação do PS, no final de 2015.

Apesar desta recuperação desde o primeiro trimestre de 2011, a precariedade não dá sinais de recuo e há quem defenda que ameaça tornar-se um "traço estrutural". A contratação a prazo e a prestação de serviços continuam a representar mais de um quinto do trabalho por conta de outrem, afetando sobretudo os jovens entre os 15 e 24 anos de idade.

O peso dos contratos a prazo na generalidade do emprego reduziu-se em quatro trimestres consecutivos para ficar, no final de setembro, ainda em 20,5%, agora 1,7 pontos percentuais abaixo do registado no mesmo período do ano anterior e no nível mais baixo desde o trimestre final de 2012. Mas, na quase década que passou, pequenas variações mantiveram o peso do trabalho a prazo ancorado, mesmo com o emprego em alta continua até aqui. No ponto mais alto, em meados de 2016, tocava os 22,6%.

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