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Quebra nas encomendas de máscaras atrasa recuperação do setor têxtil

Quebra nas encomendas de máscaras atrasa recuperação do setor têxtil

Mercado nacional está saturado e burocracia trava vendas para o estrangeiro. Vestuário não se reergue e exportações afundaram.

O fabrico de máscaras e outros equipamentos de proteção contra a covid-19 foi um balão de oxigénio para o setor têxtil, mas está a acabar. Com o mercado nacional saturado e as exportações impregnadas de burocracias para a certificação, as encomendas caíram a pique e Portugal já está longe do milhão de máscaras diárias que estava a produzir no início de maio.

O sentimento é unânime e as associações empresariais mais representativas convergem na preocupação sobre o futuro do têxtil, uma vez que o valor da produção de máscaras perdeu peso e o vestuário teima em não se reerguer, por causa do fecho de algumas das principais lojas de retalho.

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