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Setores há muito fechados preparados para ir à luta

Setores há muito fechados preparados para ir à luta

Na véspera de ser anunciado o plano do desconfinamento, os vários setores económicos paralisados desde 13 de janeiro aumentam a pressão sobre o Governo para retomarem a atividade. Restauração, cabeleireiros e estúdios de tatuagem, ginásios e escolas de condução pedem a reabertura este mês. As empresas de casamentos preveem começar a operar em abril e querem avançar com a realização de testes aos convidados. Já os bares e discotecas, encerrados há um ano, acenam com medidas para poderem vislumbrar uma luz ao fundo do túnel. Mas o futuro ainda está cheio de incertezas.

Cumprem-se esta quarta-feira 55 dias desde que fecharam as portas e querem estar na primeira fase do plano de desconfinamento que amanhã é comunicado país. A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) propõe começar a reabrir as atividades económicas na próxima semana.

Para o presidente, João Vieira Lopes, deve ser seguida a mesma linha de atuação do ano passado, com a reabertura dos estabelecimentos de forma faseada, consoante a dimensão, com as mesmas regras de funcionamento em pandemia. A CCP defende que os cabeleireiros e barbeiros devem estar entre os prioritários. E que na restauração o desconfinamento comece pelos espaços com esplanadas

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