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Tarifa social de energia: Sistema excluiu família por duas vezes sem explicação

Tarifa social de energia: Sistema excluiu família por duas vezes sem explicação

Mãe desempregada, pai doente e criança a receber abono de família só conseguiram usufruir de dois meses num ano e temem novos problemas.

A família de Gaspar (nome alterado para salvaguardar privacidade) tem direito à tarifa social desde setembro de 2020, altura em que foi atribuído o abono de família ao filho, mas o sistema automático que comunica aos fornecedores de eletricidade e gás quais são os potenciais beneficiários só fez essa identificação no final de janeiro do ano passado. Um mês depois, sem explicações, o Operador da Rede de Distribuição (ORD) comunicou ao comercializador de energia que Gaspar deixou de ter direito à tarifa. Confuso, porque a mulher está desempregada e Gaspar passou o ano em baixa médica com rendimentos inferiores a 315 euros mensais, o consumidor apresentou queixa no livro de reclamações contra a comercializadora de energia e contra a Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

"A DGEG não responde às diversas reclamações apresentadas", protestou Gaspar, quando decidiu denunciar a situação ao JN. Em janeiro deste ano, Gaspar tornou a solicitar a atribuição da tarifa social, que foi concedida, para ser novamente retirada em fevereiro por ordem do ORD.

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