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UGT rejeita despedimentos no Montepio afirmando que é atitude miserável

UGT rejeita despedimentos no Montepio afirmando que é atitude miserável

A União Geral de Trabalhadores (UGT) rejeitou esta quarta-feira o eventual despedimento de 800 trabalhadores do Banco Montepio, o que considerou ser "uma atitude miserável", anunciando que os sindicatos dos bancários vão para a rua protestar.

"O Governo deve olhar para isto com olhos de ver e perceber se há ou não há aqui mão criminosa, que levou a uma gestão danosa e que agora as grandes vítimas são sempre os mesmos, são os trabalhadores. Nós não aceitamos", disse o secretário-geral da UGT, Carlos Silva.

O sindicalista falava aos jornalistas após uma reunião do secretariado nacional sobre a política reivindicativa da UGT para 2021, que decorreu em Aveiro, onde foi aprovada uma moção a rejeitar os despedimentos no Montepio.

"Os sindicatos dos bancários vão para a rua defender os direitos dos trabalhadores, defender em frente ao Montepio ou onde quer que seja aquilo que é o direito ao emprego", afirmou o secretário-geral da UGT.

Carlos Silva disse ainda que a UGT rejeita a possibilidade de haver despedimentos e rescisões por mútuo acordo em todas as empresas que receberam apoios do Estado, como é o caso do Montepio que "teve milhões de lucro no ano passado".

O site de notícias económicas Eco divulgou na terça-feira que o Montepio iria despedir 800 trabalhadores, depois de em junho passado a mutualista ter anunciado o encerramento de 31 agências bancárias no âmbito de uma estratégia que passa pelo reforço da prestação de serviços digitais.

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