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Zoom: da loucura dos mais jovens a êxito económico mundial

Zoom: da loucura dos mais jovens a êxito económico mundial

A Zoom, uma aplicação de videoconferência norte-americana, é uma das empresas em crescimento na bolsa, quando o resto se afunda. É também a marca de uma nova geração que vive em frente aos ecrãs.

A Zoom é uma aplicação criada pela startup norte-americana Zoom Video Communications, que funciona como o Skype, da Microsoft, ou o Hangouts, da Google.

À boleia da pandemia de Covid-19, a aplicação foi a mais descarregada em todo o mundo na App Store da Apple, esta segunda-feira. No domingo, mais de meio milhão de pessoas tinham descarregado o programa.

O valor da empresa está avaliado agora em 29 mil milhões de dólares (cerca de 26 mil milhões de euros), de acordo com o jornal norte-americano "The New York Times", uma cotação acima da de companhias aéreas como a American Airlines ou a United Airlines.

A aplicação criada em 2011 e que serve para os mais jovens organizarem festas, encontros, momentos de lazer, e até para concertos e outras criações artísticas, é agora também utilizada por empresas para reunir e fechar negócios.

Os diferentes cursos da Universidade de Harvard, nos EUA, estão a utilizar esta aplicação para lecionar, após a instituição ter cancelado as aulas presenciais como forma de prevenção contra a Covid-19.

A aplicação oferece diferentes opções de reunião virtual, desde a gratuita até ao plano empresarial, destinado às grandes corporações, que permite juntar 500 participantes.

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