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Pela Ponte abaixo, pelo Lima acima

Pela Ponte abaixo, pelo Lima acima
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Chamam-lhe a Vila Mais Antiga de Portugal e, em cada canto, esconde raízes profundas e lendas ancestrais. Com uma história memorável e um património cultural único, Ponte de Lima é um ponto de paragem obrigatória em Portugal.

Chegou ao seu destino: Ponte de Lima. Nesta vila que rejeita ser cidade, no distrito de Viana do Castelo, são todos bem-vindos. Para o receber lá está a famosa ponte que deu nome a esta nobre terra e que, até aos finais da Idade Média, era a única passagem segura do Rio Lima. Ou, segundo os romanos de Lethes, o Rio do Esquecimento porque acreditavam que quem o atravessasse perderia para sempre a memória do passado. Mas é impossível esquecer a beleza castiça e peculiar da vila mais antiga de Portugal que guarda história e histórias ancestrais.

Foi a Rainha D. Teresa que outorgou a Carta de Foral à vila, referindo-se à mesma como Terra de Ponte em 1125. Nela são definidos os limites do território, muito inferiores ao que é hoje o concelho de Ponte de Lima com arruamentos medievais, monumentos históricos, museus únicos e a memória viva do passado. Num breve passeio pelo centro, o Largo de Camões acolhe-o com o Chafariz Nobre, terminado de construir em 1603. Atravessamos a ponte? Admire a beleza da Igreja de Santo António da Torre Velha, do século XIX, e da Capela do Anjo da Guarda, uma construção com raízes românicas e góticas que muitos atribuem ao século XIII.

Ainda na margem direita do Rio Lima, visite a sala do linho, a cozinha regional, o forno de cozer o pão e a adega do Centro de Interpretação do Território. O Museu do Brinquedo Português convida-o igualmente numa viagem dedicada aos fabricantes portugueses, desde os finais do século XIX até 1986. Mesmo ao lado, os quatro jardins do Parque Temático do Arnado introduzem a história da arte dos jardins. Ou não seria Ponte de Lima a vila mais florida de Portugal. Desde 2005, realiza anualmente o Festival Internacional de Jardins e, este ano, a 16.ª edição regressa entre 28 de maio e 31 de outubro.

Os espaços verdes prolongam-se à sombra pela margem esquerda do rio na Avenida dos Plátanos, no Jardim dos Terceiros e no Parque da Guia. De volta ao centro histórico, não ignore a Torre de S. Paulo, o Pelourinho, a Torre da Cadeia Velha e o Arco da Porta Nova. Dirija-se agora ao Museu dos Terceiros e ao Teatro Diogo Bernardes, inaugurado em 1893 e recentemente restaurado, que continua a ser o centro cultural, por excelência, da vila - a par do artesanato, romarias, festas e da gastronomia (vinho verde incluído).

Foi também na Carta Foral assinada pela rainha D. Teresa em 1125 que encontramos a mais antiga referência histórica a uma feira. O tempo não findou com esta tradição e quinzenalmente, às segundas-feiras, a feira mais antiga de Portugal continua a cumprir-se em Ponte de Lima. Já no segundo fim de semana de setembro, vivem-se as Feiras Novas. Celebradas desde 1826, por provisão régia de D. Pedro IV e em honra de Nossa Senhora das Dores, irradiam cor, alegria, folia e ritmo a todos os visitantes desta Terra Rica da Humanidade.

Com o rio aos pés, antes de regressar a casa, é obrigatório visitar a Capela de Nossa Senhora da Misericórdia das Pereiras para desfrutar de uma vista sublime para o rio, para a vila e para a ponte que une as duas margens do Lima há dois mil anos. De escapadinhas em família a roteiros gastronómicos, são vários os motivos que o podem levar até Ponte de Lima, mas o mais difícil será sempre despedir-se da alegria e espontaneidade do povo limiano

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