Germano Silva
O Porto no Coração

O essencial do seu percurso de vida e profissional, através de objetos que lhe são caros e outros que dizem mais à cidade. Assim descreve o jornalista e historiador Germano Silva a exposição "O Porto no Coração", que vai estar patente na Fundação Manuel António da Mota de 25 de novembro a 28 de fevereiro.

Germano Silva escolheu cinco dos objetos que estarão na mostra e falou-nos sobre eles.


Entrevista e textos: Ana Isabel Pereira
Vídeo: Ana Mota
Fotografias: Adelino Meireles e Pedro Granadeiro/Global Imagens

 

 

 

 

S. João rapioqueiro
Foi num antiquário do Centro Comercial Brasília que Germano Silva encontrou este S. João “rapioqueiro e divertido”. Feita em madeira, a figura representa o S. João “da festa”.

 

 

O anterior padroeiro
O São Pantaleão, padroeiro do Porto entre os séculos XV e XX, foi adquirido num antiquário da rua Barão de Forrester. É uma figura em barro. O jornalista espera encontrar um em madeira.

 

 

CArteira de Jornalista
A carteira profissional de jornalista estagiário de Germano Silva, que esteve “efetivo 40 anos” no JN e costuma dizer que se aposentou “apenas do horário”, também está no lote de objetos expostos.

 

 

O primeiro ordenado
O primeiro ordenado que recebeu, nos idos de 1958, chegou num envelope que discriminava “a féria” e os descontos para “a Caixa, o Sindicato e o Fundo de Desemprego”.

 

 

desenhos do Porto que já não existe
Um conjunto de desenhos de um pintor do século XIX, Sousa Júnior, e que mostra um Porto que já não existe. Num deles vê-se ainda no largo de S. Domingos o chafariz que está hoje na praça da Trindade.

 

 

Jornal de Notícias | 2017-11-25