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Casa Branca usa apps de encontros para incentivar a vacinação

Casa Branca usa apps de encontros para incentivar a vacinação

Várias aplicações de encontros, como o Tinder, juntaram-se à Casa Branca esta sexta-feira para ajudar a promover a vacinação contra a covid-19.

Aplicações de encontros como o Tinder, Hinge, Match, OkCupid, BLK, Chispa, Plenty of Fish, Bumble e Badoo estão a adicionar uma nova função aos perfis dos seus utilizadores, para que estes possam assinalar se estão vacinados - ou não - contra a covid-19.

Nos últimos meses, muitos utilizadores já tinham optado por mencionar a vacinação na descrição do seu perfil e era comum ver a frase "completamente vacinado" nas apresentações pessoais.

Agora, a Casa Branca quer incentivar esta tendência com a esperança de promover a sua campanha de vacinação, cujo ritmo desacelerou drasticamente desde abril.

A partir de agora, os utilizadores do Tinder vão poder anexar um aviso de "Estou vacinado" no seu perfil. Também terão acesso a funções "premium", como a capacidade de enviar um "Super Like" a alguém, o que lhes permitirá destacar o seu grande interesse.

Por sua vez, o Hinge vai dar acesso a uma "rosa" gratuita para oferecer a um utilizador.

No OkCupid, as pessoas vacinadas poderão "potencializar" o seu perfil, para aparecer com prioridade na tela das suas possíveis "matches". Os utilizadores também poderão aplicar um filtro para procurar um parceiro apenas entre os utilizadores já vacinados.

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"Segundo uma pesquisa do OKCupid, as pessoas que estão vacinadas ou que planeiam vacinar-se, recebem 14% mais 'matches' [formar par] do que as pessoas que não planeiam vacinar-se", informou a Casa Branca em comunicado.

Nos Estados Unidos, mais de 60% dos adultos (quase 160 milhões de pessoas) já recebeu pelo menos uma dose de uma das três vacinas autorizadas no país. O Presidente Joe Biden estabeleceu o objetivo de alcançar 70% de pessoas imunizadas até 4 de julho.

Casos, hospitalizações e mortes continuam a diminuir nos EstadosUnidos , com a atual taxa diária de novas infeções de oito por 100 mil pessoas.

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