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Emirados, China e Estados Unidos à conquista de Marte

Emirados, China e Estados Unidos à conquista de Marte

Pela primeira vez na história, três sondas estão a analisar o planeta vermelho de uma forma nunca conseguida. Com métodos de abordagem diferentes, o objetivo é comum: saber se já houve vida em Marte e se é possível viver no planeta.

Após sete meses de voo e centenas de milhões de quilómetros, os rovers, lançados pelos EUA, pela China e pelos Emirados Árabes Unidos, aproveitaram uma janela de lançamento que ocorre apenas de 26 em 26 meses. Neste período, abre-se uma espécie de autoestrada entre a Terra e Marte, permitindo uma viagem mais curta e mais rápida, com menos combustível e mais barata.

Na frente dos três exploradores robóticos, está o rover dos Emirados Árabes Unidos (Al-Amal ou Esperança) que, na passada terça-feira, fez a descida para a órbita de Marte. O Tianwen-1, da China (nome que se traduz como a "Busca pela Verdade Celestial") já lhe fez companhia. Falta, ainda, o Perseverance, ("Perseverança") lançado pelos EUA que está a chegar. Eventos extraordinários que são "um hino à capacidade de organização das agências espaciais", disse, ao JN, Miguel Gonçalves, comunicador de ciência.

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