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Facebook permite apelo à morte de figuras públicas e elogios a massacres

Facebook permite apelo à morte de figuras públicas e elogios a massacres

A rede social Facebook permite elogios a milícias violentas e massacres em determinados contextos, para poder funcionar em regimes autoritários, e tolera apelos à morte de personalidades conhecidas, segundo critérios internos, afirma o The Guardian.

De acordo com os dados divulgados, que correspondem a 300 páginas datadas de dezembro de 2020, a plataforma tem uma lista de "crimes reconhecidos" aos quais aplica as suas próprias regras. "Roubo e fraude, homicídio, vandalismo [e] toque sexual não consensual" são algumas delas.

Contudo, a plataforma não reconhece como crimes "afirmações sobre sexualidade", "protestos pacíficos contra governos", bem como discussões sobre eventos históricos e tópicos controversos como a religião. Esta política permite que a empresa opere em estados com regimes autoritários, refere o The Guardian.

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