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Facebook reage e prevê fim da universidade que calculou extinção da rede social

Facebook reage e prevê fim da universidade que calculou extinção da rede social

O Facebook respondeu de forma célere ao estudo dos investigadores da universidade norte-americana de Princeton, o qual prevê o fim da rede criada por Mark Zuckerberg, concluindo que a prestigiada instituição de ensino também pode desaparecer...

Na quinta-feira, foi tornado público um estudo daquela universidade dos EUA que compara o Facebook a uma doença infecciosa. Os autores - dois estudantes de doutoramento em engenharia mecânica e aeroespacial - estimam que a rede social mais importante do mundo perderá até 80% dos utilizadores até 2017. Os cientistas aplicaram um modelo epidemiológico modificado para descrever a dinâmica dos utilizadores das redes sociais, utilizando dados do Google que são do domínio público.

A resposta do Facebook não se fez esperar: "Infelizmente, más notícias para Princeton, cujas buscas no Google têm caído ao longo dos últimos anos. Esta tendência sugere que Princeton terá metade do número atual de alunos até 2018 e, até 2021, não terá estudantes", escreveu o analista de dados do Facebook Mike Develin, que diz ter usado os mesmo métodos de pesquisa utilizados pelos doutorados de Princeton.

O analista do Facebook comparou ainda a universidade de Princeton com a de Harvard e Yale, concluindo que estas duas últimas têm crescido, ao contrário da primeira. O funcionário foi mais longe e procurou saber quantos artigos académicos da universidade de Princeton têm sido publicados em todo o mundo: "A tendência é alarmante: desde 2009, a percentagem de estudos de Princeton em revistas académicas cai dramaticamente", escreveu.

Em tom de brincadeira, o funcionário diz ainda que fez pesquisas no Google pela palavra "ar" e que também estas pesquisas estão a diminuir. "As nossas projeções mostram que até 2060 não existirá mais ar", ironiza, terminando com um conselho: "nem todas as pesquisas são realizadas da mesma forma e algumas levam a conclusões malucas".