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As notícias falsas mataram na índia

As notícias falsas mataram na índia

O número não é certo, mas alguns órgãos de comunicação social avançam que mais de 30 pessoas morreram na sequência de um rumor que se espalhou no WhatsApp. A Índia é o principal mercado desta rede social, com mais de 200 milhões de utilizadores.

Nos dias seguintes à violação de uma rapariga, na Índia, um vídeo começou a circular em grupos privados do WhatsApp com imagens dos alegados agressores. Os conteúdos rapidamente se espalharam por outras redes sociais gerando grande revolta. O caso tornou-se mais grave a partir do momento em que as imagens começaram a passar nas televisões locais.

De um momento para o outro, começaram a acontecer linchamentos públicos e várias pessoas morreram na sequência de ataques de populares a pessoas suspeitas de serem os homens que apareciam no vídeo.

A verdade é que o vídeo era falso e não estava relacionado com a violação da menina. Era, segundo jornalistas da BBC, um anúncio do Paquistão para promover a segurança infantil.

O governo daquele país já reagiu e começou a espalhar publicidade sobre os riscos das notícias falsas nos principais jornais. A própria redes social anunciou uma nova funcionalidade que permite aos usuários saber se uma mensagem recebida foi encaminhada a partir de outra conversa.

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