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Na era do digital faltam hackers éticos na Europa

Na era do digital faltam hackers éticos na Europa

Atacar para corrigir vulnerabilidades é a missão dos hackers éticos que estão do lado das organizações e das empresas para as protegerem de possíveis ataques informáticos. Esta aposta na segurança tem sido feita um pouco por todo o mundo, mas na Europa, e consequentemente em Portugal, há um claro problema de "falta de mão-de-obra qualificada e de qualidade" capaz de exercer o hacking ético.

"[Em Portugal e na Europa] Há poucas pessoas que percebam de segurança ofensiva e também de segurança defensiva", contou ao JN André Baptista, o "hacker mais valioso" do mundo em 2018.

Ainda assim, o investigador e professor da Universidade do Porto admite também que "já há empresas em Portugal que recorrem ao hacking ético e percebem que esta estratégia de segurança é necessária e imprescindível" para protegerem os seus negócios e dados. Os "white hat hacker", em português os "hackers bons", tentam descobrir fragilidades na superfície digital de uma determinada organização, seja em ativos tecnológicos, nos sistemas operativos, websites ou aplicações, para reduzir a probabilidade de um ataque informático devastador.

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