"Facionário"

O Facebook e a mentira

O ano que começou vai ser desafiante para o Facebook. A luta contra a desinformação terá como ponto alto as eleições norte-americanas, em novembro.

Ainda assim, a maior rede social não vai limitar as mentiras que são publicadas em anúncios políticos. O Twitter optou por bloquear qualquer anúncio político e o Google colocou limites ao público-alvo dos anúncios políticos que são difundidos na rede.

Por seu lado, o Facebook deixou ficar tudo como está."Nós decidimos aumentar a transparências e dar mais controlo às pessoas quando se trata de anúncios político", justificou Rob Leathern, diretor de gestão de produtos da empresa, num comunicado no blogue do Facebook.

Em sua defesa, o responsável diz que apagar estes conteúdos seria perigoso para as ONG's, que usam estas ferramentas para "alcançar públicos-chave". Para o Facebook, a liberdade de expressão sobrepõe-se a qualquer outro risco e não "devem ser as empresas privadas a regular" este espaço. São, em último caso, os utilizadores a decidirem quem devem ouvir e quem devem seguir.

O Facebook assume, ainda, que tem mantido reuniões com decisores políticos, incluindo na União Europeia, para estabelecerem normas que permitam uma regulação mais eficaz.

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