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Inocente preso 914 dias exige meio milhão de euros ao Estado português

Inocente preso 914 dias exige meio milhão de euros ao Estado português

Relação tinha atribuído 62 mil euros de compensação a Armindo Castro, que recorreu. Foi condenado pelo homicídio de uma tia e absolvido anos depois, após vizinho confessar o crime.

O Supremo Tribunal de Justiça vai decidir sobre um pedido de indemnização de 500 mil euros feito por Armindo Castro, o homem que esteve 914 dias em prisão preventiva pelo homicídio de uma tia, em Joane, Famalicão, em 2012, e foi absolvido após um vizinho da vítima confessar o crime. O Tribunal da Relação de Guimarães já tinha condenado o Estado a pagar-lhe 62 mil euros, o que Armindo Castro considera insuficiente.

O caso remonta a 2012. A tia de Armindo, Odete Castro, foi encontrada morta em casa, em Joane, Famalicão, e não havia dúvidas de que tinha sido assassinada. Armindo foi logo visto como suspeito e acabaria até por confessar o crime à Polícia Judiciária, pois temia que a sua mãe tivesse sido a autora da morte e quis evitar que ela fosse presa.

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