"Ajuste Secreto"

Ministério Público pede prisão preventiva para Hermínio Loureiro

Ministério Público pede prisão preventiva para Hermínio Loureiro

O Ministério Público pediu prisão preventiva para cinco dos sete arguidos do caso Ajuste Secreto, incluindo Hermínio Loureiro, em mais uma sessão do interrogatório que, este sábado, decorreu no Tribunal da Feira. As medidas de coação são conhecidas na tarde de segunda-feira.

De fora da promoção de pena de prisão preventiva do Ministério Público fica apenas o atual presidente da Câmara Municipal, Isidro Figueiredo e o empresário de Famalicão, Filipe Marques, que estavam já em liberdade depois de terem aceitado falar aquando do interrogatório.

Ainda durante o dia a juíza do processo, Ana Cláudia Nogueira, quis ouvir mais uma vez os sete arguidos antes de anunciar as medidas de coação, previstas para a tarde de segunda-feira.

Os dois arguidos que durante o primeiro interrogatório não quiseram falar, João Moura de Sá e Manuel Amorim, acabariam por o fazer agora.

Os advogados tiveram também a oportunidade de se pronunciar sobre as medidas preconizadas pelo Ministério Público.

Os interrogatórios no Ajuste Secreto começaram na passada quarta-feira. Os sete arguidos detidos respondem por suspeitas de crimes de corrupção ativa e passiva, prevaricação, peculato e tráfico de influência.

Isidro Figueiredo, atual presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, e Filipe Marques, empresário de Famalicão, foram os únicos libertados aquando dos interrogatórios.

Hermínio Loureiro, ex-presidente da autarquia de Oliveira de Azeméis, José Francisco Oliveira, presidente da concelhia do PSD, António Reis, da empresa Paviazemeis, Manuel Amorim e João Moura de Sá, continuam detidos.

Outras Notícias