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A primeira crónica de Rui Cardoso Martins no JN

A primeira crónica de Rui Cardoso Martins no JN

Um casal desavindo, o senhor Rodrigo e a Berta, um roubo de um LCD e uma menina que canta ao microfone do tribunal. O início de uma "carreira idolatrada, the voiceana, got-talentosa, eurovisiva, ela a cantar pelo pai e pela mãe, se calhar amar pelos dois e por nós todos. Uma estrela em formação."

É a bonita primeira crónica de Rui Cardoso Martins no Jornal de Notícias, que pode ler hoje na edição impressa, no reforçado e novo JN de domingo.

Regresso aos jornais

É o regresso de Rui Cardoso Martins aos jornais. O jornalista, escritor e argumentista que, durante 17 anos, publicou, no jornal Público, crónicas a partir de casos reais passados nos tribunais, numa rubrica intitulada "Levante-se o réu", vai ter um espaço fixo nas edições de domingo do Jornal de Notícias, com novíssimas histórias. As crónicas renderam-lhe dois prémios Gazeta de Jornalismo e, em 2015 e 2016, publicou, na Tinta-da-China, uma seleção de 200 dessas crónicas nos livros "Levante-se o Réu" e "Levante-se o Réu Outra Vez". Um volume das crónicas vai sair também no Brasil, dentro de semanas. Rui Cardoso Martins é ainda cronista nas manhãs das quartas-feiras da Antena 1, com a rubrica "O Fio da Meada".

A prosa acutilante e refinada do jornalista valeu-lhe, ao longo dos anos, rasgados elogios de vários jornalistas e escritores. Entre outros, de Manuel António Pina, António Lobo Antunes e José Cardoso Pires.

Fundador da Produções Fictícias, é coautor e criador de "Contra-Informação", "Herman Enciclopédia ("Este Homem não é do Norte!") e "Conversa da Treta". É ainda coautor da recente peça "O Filho da Treta". No cinema, escreveu os argumentos de "Zona J" e do último filme do mestre Fernando Lopes, "Em Câmara Lenta". No teatro escreveu, entre outras, a peça "António e Maria", com base na obra de António Lobo Antunes.

Publicou os romances "E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (D. Quixote 2006 / Tinta-da-China, 2016)", "Deixem Passar o Homem Invisível" (D. Quixote, 2008 / Grande Prémio APE 2009), "Se Fosse Fácil Era Para os Outros" (D. Quixote, 2012) e "O Osso da Borboleta (Tinta-da-China, 2014). Tem contos em diversas publicações nacionais e internacionais. Foi repórter nacional e internacional na fundação do jornal Público. Esteve no navio Lusitânia Expresso, que seguiu até Timor, no cerco de Sarajevo e Mostar, e nas primeiras eleições livres na África do Sul.

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