Braga

Adiado julgamento de grupo acusado assaltos de milhões de euros no Minho

Adiado julgamento de grupo acusado assaltos de milhões de euros no Minho

O Tribunal de Braga adiou para 18 de dezembro a leitura do acórdão do julgamento de dez arguidos acusados da autoria dos assaltos ao banco Santander em Braga e a dez vivendas, nos distritos de Braga e de Viana do Castelo.

O adiamento foi motivado pela apresentação de algumas alterações não substanciais dos factos, avançadas pelo coletivo de juízes, no que toca a alguns detalhes da acusação. Em face disto, alguns dos advogados de defesa pediram os cinco dias de extensão do prazo legal, previsto no Código de Processo Penal.

Uma das alterações prende-se com o crime que terá sido cometido por uma arguida, que foi encontrada com uma carteira de marca que terá sido furtada pelo companheiro na casa do empresário Domingos Névoa e que era pertença da filha deste. A arguida estava acusada de furto, mas os juízes entenderam que terá praticado outro crime, o de recetação.

Conforme o JN noticiou, o Ministério Público (MP) calcula que, só do banco três dos dez arguidos levaram 2,6 milhões em dinheiro e 400 peças de 52 cofres. Ao todo, quatro milhões.

Em julgamento, estão nove homens - quatro em prisão preventiva e um em domiciliária - acusados de associação criminosa e furto qualificado. A mulher de um deles, está a ser julgada mas apenas por furto.

O grupo está acusado pelo MP de furtar 4,7 milhões, em dinheiro e bens, (sem contabilizar a moeda estrangeira), em dez assaltos a casas e ao Santander, em Braga, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez e Viana do Castelo.

Entre os lesados, com casas assaltadas e carros furtados, estão o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do Sporting de Braga, Romeu Maia. A investigação foi da GNR e da PJ/Porto.

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