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Adiado julgamento de violência doméstica de Carrilho sobre Bárbara Guimarães

Adiado julgamento de violência doméstica de Carrilho sobre Bárbara Guimarães

A primeira sessão do julgamento do alegado caso de violência doméstica entre o antigo ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho e a apresentadora Bárbara Guimarães foi adiada para 30 de janeiro, às 14 horas, confirmou ao JN fonte judicial.

A audiência estava agendada para as 14 horas desta quarta-feira no Campus de Justiça, em Lisboa, depois de, em dezembro, o Tribunal da Relação de Lisboa ter mandado reabrir o julgamento do caso, na sequência de um recurso do Ministério Público (MP).

Manuel Maria Carrilho tinha sido absolvido há um ano do crime de violência doméstica e de 22 crimes de difamação.

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Inconformado com a decisão, o MP apresentou um recurso, invocando "nulidades de despachos que indeferiram a realização de diligências de prova essenciais e indispensáveis à descoberta da verdade".

Em comunicado divulgado a 14 de dezembro na página do MP de Lisboa era explicado que o Ministério Público da 1.ª instância "entendeu que a sentença devia ser revogada e substituída por outra que dê como provados factos vertidos na acusação pública e que, em qualquer caso, condenasse o arguido pela prática de um crime de violência doméstica".

A 15 de dezembro de 2017, a juíza Joana Ferrer absolveu Manuel Maria Carrilho justificando: "Perante a realidade trazida ao tribunal, prova pericial inconclusiva e perante uma prova testemunhal abundante, mas que não foi capaz de sustentar a acusação, não resulta da matéria de facto provada que o arguido tem cometido o crime de violência doméstica".

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