Sintra

Advogado de alegado mentor da morte de Mota JR diz que não há provas

Advogado de alegado mentor da morte de Mota JR diz que não há provas

O advogado de João Luizo diz que o processo contra o seu cliente está assente em conversas e outras pessoas e que não há provas contra o seu cliente. "Apenas há conversações na Internet de pessoas amigas do João que dizem que ouviram pessoas amigas do João ouvir que o João disse, portanto a prova indireta que existe nos autos é de segunda e terceira pessoa", disse ao JN António Jaime à saída do Tribunal de Sintra.

António Jaime admite que "a única responsabilidade que João tem nos autos, e que ele assumiu, é que apoiou um amigo na venda de ouro que agora se vê que foi furtado".

O advogado adianta que "não existe nenhuma prova científica, nenhuma declaração, nenhuma prova direta de que João Luízo tivesse tido qualquer intervenção neste caso". Por isso, diz esperar que se faça prova em tribunal. "Quero que me mostrem o contrário do que dizemos, que não existe nada", afirma.

O processo conta com duas testemunhas que incriminam diretamente João Luízo, Vera Mónica, ex namorada de Mota JR que esteve com Luízo antes de depois da morte do artista, e o jovem que deu o nome na venda do ouro. Os dois foram constituídos arguidos e depois ilibados, mas encontram-se arrolados como testemunhas.

Para o advogado "o testemunho da Mónica foi feito em sede de inquérito, não foi perante juiz ou magistrado do MP, portanto o que vai valer é o que ela aqui disser ou não, mas a Mónica e Simão já foram arguidos neste processo e têm o privilégio de não prestar declarações". "Espero que o tribunal os avise desses direitos antes de testemunharem", afirma António Jaime

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