Julgamento

Amigo de Bárbara acusou Carrilho de agressão

Amigo de Bárbara acusou Carrilho de agressão

Nuno Oliveira, amigo de Bárbara Guimarães, acusou, esta segunda-feira em tribunal, Manuel Maria Carrilho de o ter agredido com um pontapé na cabeça.

Em nova sessão do julgamento que opõe Bárbara Guimarães a Manuel Maria Carrilho, acusado de violência doméstica e difamação, e que decorre no Campus de Justiça, em Lisboa, Nuno Oliveira contou que foi agredido com um pontapé na cabeça num dia em que o antigo ministro da Cultura, acompanhado com um grupo de 10 a 12 pessoas, terá tentado arrombar a porta da casa do casal.

Questionado pelo advogado de Bárbara, a testemunha disse que na mesma ocasião Carrilho insultou a apresentadora, chamando-lhe nomes ofensivos e ameaçando que lhe ia fazer mal.

Nuno Oliveira acrescentou no seu testemunho que no grupo de 10 a 12 pessoas que acompanhava Carrilho estariam uma ou duas pessoas do "partido do professor" (PS). Não conseguiu porém identificá-las mas disse à advogada de Carrilho que as conhecia dos jornais e que "provavelmente teriam ocupado cargos públicos".

Catarina Azevedo, educadora de Carlota, filha de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho, disse em tribunal que, na altura do divórcio, tomou a iniciativa de falar com o ex-ministro pedindo-lhe que não continuasse a dizer mal da mulher em entrevistas, porque isso estaria a afetar psicologicamente a filha.

Adiantou que Carrilho reagiu mal e que, na presença dos filhos, disse que estes iriam "saber tudo o que a mãe era".

Mais tarde, quando questionada pela defesa, admitiu que pediu desculpa a Carrilho por o ter abordado, com a intenção de manter o diálogo diplomático com o pai da menina.

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A mesma testemunha disse ainda que viu sempre Bárbara como uma mãe "preocupada e carinhosa" com a filha.

À saída do tribunal, Carrilho recusou comentar as acusações de que foi alvo nos depoimentos.

A próxima sessão do julgamento ficou marcada para 24 de abril.

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