Escândalo

Aplicado segredo de justiça ao processo da ex-vice-presidente da Raríssimas

Aplicado segredo de justiça ao processo da ex-vice-presidente da Raríssimas

A secção d a Maia do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) notificou esta sexta-feira, por fax, a Associação Raríssimas, que na qualidade de denunciante, foi aplicado o "segredo de justiça" ao inquérito de que é alvo a ex-vice-presidente da associação, Joaquina Teixeira, investigada por alegados desvios de verbas da instituição.

Na prática, significa que o conteúdo dos atos do processo não pode ser divulgado.

A RTP teve acesso a uma auditoria que refere desvios de donativos da delegação da Maia que ultrapassam os 270 mil euros, acrescentando que "está em causa a gestão da ex-vice-presidente da instituição que terá desviado dinheiro para o filho e para empresas de familiares."

Segundo a investigação da estação pública, que vai ser emitida esta sexta-feira, o Ministério Público confirmou que foi aberto um inquérito em julho passado, depois de uma denúncia da direção da Raríssimas.

Paula Brito e Costa,, ex-presidente da direção, que ordenou a auditoria externa, já acusou Joaquina Teixeira, que se demitiu do cargo na sequência da auditoria, de ser a responsável pela "cabala "de que diz estar a ser vítima.

A ex-dirigente demitiu-se depois de uma reportagem da TVI ter denunciado práticas de gestão danosa na associação de apoio a pessoas com doenças raras.

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