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Braga

Arguidos da operação "Petardo" proibidos de manusear explosivos

Arguidos da operação "Petardo" proibidos de manusear explosivos

Os nove detidos da operação "Petardo", da PJ de Braga, saíram em liberdade provisória, obrigados a apresentações bissemanais na esquadra policial da sua área de residência e proibidos de manusearem qualquer tipo de explosivos.

As medidas de coação foram aplicadas este sábado ao final da tarde, pelo juiz de instrução criminal Pedro Miguel Vieira, no Palácio da Justiça de Guimarães, tendo saído em liberdade, ao princípio da noite, entre outros arguidos, o segurança da SPDE Rui Araújo, que presta serviço no pavilhão Dragão Caixa, tido como um elemento fundamental do grupo conotado com a venda ilegal de petardos e outros explosivos para as claques de futebol.

Entre os nove detidos esta semana pela PJ de Braga e do Porto, com o apoio da PSP, há lançadores de fogo-de-artifício que foram obrigados a entregar as suas licenças ao juiz.

Um dos outros libertados é José Barbosa, voluntário da Cruz Vermelha de Macieira de Rates, em Barcelos, que está indiciado por supostamente aproveitar-se das suas funções de socorrista para introduzir os petardos, tochas luminosas e outros artigos nos estádios.

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