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As moradias da Caniçada que a Justiça quer demolir

As moradias da Caniçada que a Justiça quer demolir

Justiça fala em construções ilegais junto à albufeira. Há 18 arguidos, desde proprietários a técnicos e políticos da Câmara Municipal de Vieira do Minho.

O Ministério Público (MP) pediu a demolição de seis moradias construídas ilegalmente junto à albufeira da Caniçada, em Vieira do Minho, e acusou 18 arguidos por crimes de falsificação de documentos, violação das regras urbanísticas e prevaricação. Entre os imóveis em causa estão duas moradias em Louredo, pertencentes a Martine Pereira, da Gonditerra Imobiliária, que, após protesto da população, publicado no JN em 2015, motivou o início das investigações pela Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

De acordo com o Ministério Público, os factos sucederam entre 2008 e 2017 e, na maioria dos casos, as construções foram feitas em terrenos em zona de proteção (previstas pelo Plano de Ordenamento da Albufeira da Caniçada, Reserva Ecológica Nacional ou Reserva Agrícola Nacional) onde estava interdita a construção de novas edificações, sendo apenas permitidas obras de limitada ampliação ou alteração de edificações existentes.

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