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Assassinos de Marlon escapam à Justiça

Assassinos de Marlon escapam à Justiça

Ministério Público arquivou inquérito ao homicídio de jovem estudante na Queima das Fitas de 2013.

Sousa Melo, procurador da República do Porto, decidiu arquivar o processo da morte do jovem estudante Marlon Correia, assassinado a sangue-frio com dois tiros pelas costas durante o assalto falhado ao cofre que a Federação Académica do Porto (FAP) colocou num contentor junto ao Queimódromo do Porto, ao início da madrugada de 4 de maio de 2013, em plena "Queima das Fitas". Pode ser o epílogo de um ignóbil crime em que foram investigados dois violentos gangues nortenhos - "grupo da Cruz de Pau" (Matosinhos) e o "gangue de Coimbrões", também conhecido por "Grupo de Gaia". Mas, se novas provas surgirem, o caso pode ser reaberto, pois só prescreve em 2035.

Segundo documentos a que o JN teve acesso, a prova reunida pela equipa criada na Polícia Judiciária do Porto foi claramente insuficiente para que a acusação pudesse avançar. Os pais do estudante lamentam, pois esperavam mais "da justiça portuguesa".

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