Julgamento

Assassinou mulher à facada por suspeitar que estivesse grávida

Assassinou mulher à facada por suspeitar que estivesse grávida

Carlos Loureiro, de 27 anos, bombeiro, começa a ser julgado na terça-feira no Tribunal de Moimenta da Beira, por homicídio qualificado. Confessou ter assassinado à facada Marina Fernandes, por causa de uma discussão sobre uma suposta gravidez.

O homicídio aconteceu na madrugada de 31 de janeiro deste ano, na residência da vítima, que tinha o namorado emigrado na Suíça, mas que, no mês de dezembro do ano passado, teve um relacionamento sexual com o bombeiro.

Segundo o Ministério Público, na madrugada do crime, Carlos Loureiro dirigiu-se, cerca das 2.30 horas, a casa da vítima, na Avenida 25 de Abril, a cerca de 100 metros do quartel dos Bombeiros Voluntários de Moimenta da Beira, onde o arguido se encontrava a prestar serviço.

Desconfianças

Já no interior da cozinha do apartamento o bombeiro, conhecido por "Sapo", e na sequência de uma discussão com a vítima por causa de desconfianças de uma eventual gravidez, pegou numa faca e desferiu-lhe pelo menos sete golpes, nomeadamente no pescoço.

Marina Fernandes, que trabalhava num bar, deixava os dois filhos, de cinco e de dois anos, (frutos de dois relacionamentos) com a irmã. Foi ela quem a encontrou morta de manhã, no chão da cozinha, deitada sobre uma poça de sangue e com a faca ao lado do corpo.

O arguido encontra-se, desde então, em prisão preventiva.

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