Segurança Interna

Aumentos de 7% na criminalidade grupal e juvenil

Aumentos de 7% na criminalidade grupal e juvenil

O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) revela que, no ano passado, houve uma subida de 7,7 % na criminalidade grupal e uma subida de 7,3% na criminalidade juvenil. Em termos gerais houve um aumento de 0,9 % da criminalidade.

Paulo Vizeu Pinheiro, secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, revelou esta manhã de quarta-feira que no ano passado houve um aumento da criminalidade geral em 0,9%. Sendo que relacionou esta subida com o fim das medidas de confinamento do ano anterior.

Já a criminalidade violenta e grave sofreu um decréscimo de 6,9%. Dentro desta categoria, as maiores descidas foram o roubo em postos de combustível, o roubo em residência e o roubo por esticão e na via pública. As maiores subidas foram a violação com um aumento de 26%, mais 82 casos, a extorsão com mais 19,5% e o roubo de viatura com mais 14,2%.

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A violência doméstica teve um decréscimo de 4%. Houve ainda um elevado crescimento do crime de furto, particularmente do furto de catalisadores: "mais de seis mil ocorrências". O tipo de crime mais participado foi o furto, com destaque ao furto em veículo motorizado.

Na apresentação do RASI, Vizeu Pinheiro destacou ainda mais de 60 mil processos de criminalidade financeira iniciados.

Em sentido contrário houve uma diminuição da contrafação, falsificação e passagem de moeda falsa (-37,2%), furto em edifício comercial ou industrial com arrombamento (-18,3%) e o furto de veículo motorizado (-13,8%).

Já as maiores subidas foram condução sem habilitação legal, condução com taxa de álcool superior a 1,2, a burla informática e nas comunicações.

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