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Autarcas acusados de fazer obra sem contrato para ganhar votos

Autarcas acusados de fazer obra sem contrato para ganhar votos

O ex-presidente da Câmara de Arouca José Artur Neves e a atual, Margarida Belém, vão responder por prevaricação e falsificação.

O Ministério Público (MP) acusou a presidente de Câmara de Arouca, Margarida Belém, e o ex-autarca José Artur Neves de crimes de prevaricação e falsificação de documentos agravado. Em causa está uma obra que terá sido contratada verbalmente por altura das eleições autárquicas de 2017, mas que foi oficialmente adjudicada pelo município meses depois. O empreiteiro, Carlos Pinho, presidente do F. C. Arouca, e a empresa que geria e executou a obra também são arguidos.

Segundo o Departamento de Investigação e Ação Penal de Santa Maria da Feira, "os factos relacionam-se com a contratação e realização de obras públicas, promovidas pelo município de Arouca visando a pavimentação de um troço situado numa freguesia do concelho, por ocasião das eleições autárquicas do ano de 2017".

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