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Baixas médicas e horários rígidos deixam cadeia de Chaves com dois guardas por noite

Baixas médicas e horários rígidos deixam cadeia de Chaves com dois guardas por noite

Três guardas prisionais, com mais de 60 anos, estão de baixa médica há mais de um ano. Concurso para admitir novos guardas teve menos candidatos do que vagas

No último sábado, os 64 reclusos da cadeia de Chaves ficaram vigiados por apenas três guardas prisionais. Mas já houve noites em que a segurança de todo o estabelecimento regional foi garantida somente por dois elementos da Guarda Prisional. A falta de guardas prisionais para os turnos noturnos é justificada por várias ausências ao serviço e também pela existência de profissionais que só trabalham durante o dia. Entretanto, o concurso aberto para ocupar, no imediato, 150 vagas e para manter uma reserva para futuras incorporações atraiu 128 candidatos a guardas prisionais.

Segundo o JN apurou, dos 37 guardas prisionais que integram o atual quadro de profissionais da cadeia de Chaves sete deles estão de baixa médica. Aliás, há três que têm mais de 60 anos e estão dados como incapazes para o trabalho devido a doença há mais de um ano.

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