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Base de dados de ADN já identificou 1488 suspeitos de crimes

Base de dados de ADN já identificou 1488 suspeitos de crimes

Em dez anos, já foram inseridos quase 13 mil amostras na base de dados de perfis de ADN, a maioria dos quais de condenados. Ao longo deste período, já foram encontradas quase 1500 equivalências nacionais e internacionais.

Segundo um comunicado do Ministério da Justiça, ao longo desta década foram verificadas 799 coincidências de perfis na base de dados nacional e outros 689 internacionais, através da convenção de Prum, que estabelece a cooperação judiciária entre os vários estados membros da União Europeia. Ou seja, ao todo, já foi possível identificar 1488 suspeitos com recurso ao ADN.

A base de dados, que permite o cruzamento dos seus registos com amostras recolhidas nos locais dos crimes, entrou em funcionamento a 12 de fevereiro de 2010. Até ao final de 2019 tinham sido inseridos 12 980 perfis, dos quais 10 270 são de condenados (80%) .

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