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Buraco do BES "mau" triplicou mas ainda paga pensões e salários milionários

Buraco do BES "mau" triplicou mas ainda paga pensões e salários milionários

O ativo do "banco mau" já só chega para cobrir 2,8% das responsabilidades reconhecidas aos credores, que acabarão por exigir ao Estado que pague.

A dívida do Banco Espírito Santo (BES) praticamente triplicou desde a medida de resolução, em 2014. O mesmo sucedeu com o respetivo fundo de pensões, que ainda paga a reforma de Ricardo Salgado (90 mil euros brutos por mês), fundador do BES, e a outros ex-administradores. O salário médio no "banco mau" é superior a quatro mil euros.

No ano passado, o "buraco" (dívida) ascendia a 6,4 mil milhões de euros, quase o triplo dos 2,6 milhões de 2014. O ativo do "banco mau" só cobre 2,8% das responsabilidades junto de credores, que podem exigir o que falta ao Fundo de Resolução (ou seja, ao Estado).

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