Gouveia e Melo

Capelão da Marinha afastado vai ser reintegrado

Capelão da Marinha afastado vai ser reintegrado

Gouveia e Melo perdoou o capelão Licínio Luís pelas polémicas considerações que fez no Facebook, reintegrando-o nas funções de capelão, mas transferindo-o para a Base Naval de Lisboa

O anúncio foi feito esta quinta-feira de manhã pelo próprio almirante durante uma missa campal em Pinheiro da Cruz de sétimo dia de homenagem ao agente da PSP Fábio Guerra, pelo Bispo das Forças Armadas, D. Rui Valério, e do Capelão Chefe da Marinha, capitão-de-mar-e-guerra Ilídio Costa e que contou ainda com a presença de todos os vice-almirantes da Marinha. ​

Antes da homilia, o Chefe do Estado-Maior da Armada dirigiu-se à Força de Fuzileiros, que se encontra num exercício de aprontamento para integrar uma missão da NATO destacando o profissionalismo, a entrega, a disciplina e a dedicação desta força de elite da Marinha..

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O capelão não voltará aos fuzileiros e vai prestar serviço na Base Naval de Lisboa.

A Marinha tinha adiantado, já na quarta-feira, que Gouveia e Melo estava a ponderar readmitir o capelão, com o objetivo de "ser ético e justo". O capelão tinha sido exonerado das funções depois de ter criticado o almirante Gouveia e Melo, pelas considerações que fez em relação aos fuzileiros na sequência da morte de Fábio Guerra à porta de uma discoteca, em Lisboa, apelidando de "covarde" quem pontapeia "um ser caído no chão".

"Os jovens estavam a divertir-se e foram provocados (..). O senhor almirante nunca foi para a noite? Nunca bebeu uns copos?", questionou depois Licínio Luís, numa publicação no Facebook, acabando, depois, por ser exonerado e, mais tarde, pedir desculpa pela forma "incorreta e inapropriada" com que se dirigiu a Gouveia e Melo.

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